11 de setembro de 2008
Planeta Tangerina
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8 de setembro de 2008
Fotografia 360º
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5 de setembro de 2008
19 de agosto de 2008
Sonho, sonho, sonho....
Voar. Sentir o corpo planar. Atravessar as nuvens. Ver o mundo lá de cima. Aterrar no topo da montanha. Lançar-me de novo ao sabor do vento e planar kilómetros até ao vale mais próximo...
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31 de julho de 2008
Ventos

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21 de julho de 2008
RNCP
Estão neste momento estão a divulgar o projecto para conhecer as estratégias utilizadas pelas pessoas para manter o peso que tenham perdido, em alguma fase das suas vidas.
Poderão inscrever-se e obter mais informações em http://www.registodopeso.net/
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8 de julho de 2008
Logo para aventura de Bike Tour Holidays 2007
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2 de julho de 2008
Cogumelos portobello
Queijo Mascarpone
Azeite
Vinagre Balsámico
Bom apetite!
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24 de junho de 2008
I wouldn't mind... again
to feel the jasmin and pine breeze
to dream and play with the clouds in the hight blue sky
where people have there castels and don't know why
to ear the birds sing that nature song
and feel that in here you do belong
to write some words while still dreaming
to read that words, feel the nature singing
to let yourself go with your imagination
to feel that special little place everyday
to go there again, again... And stay!
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4 de junho de 2008
Posso, posso, posso
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa
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James Dieter

Achei muito original esta Origami Chair, e acho que a ideia e concepção são muito engraçados. A cadeira suporta o peso de um adulto, em segurança.

Fotos retiradas do site/blog 3Rings.
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1º voo a balão
Fonte: Wikipédia
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28 de maio de 2008
T-shirt
A ideia do desenho foi deles, apenas executei.

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21 de maio de 2008
Golphin play bubbles rings
Há encanto maior que estas maravilhas da Natureza? Lindo! Lindo! Lindo!
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5 de maio de 2008
10 de abril de 2008
Postais
Aqui vão dois exemplos:
Este é feito com carimbos e pintado a aguarela.

Este é feito com papel Basic Grey e carimbos.
Asssim que puder, coloco mais.
Beijinhos
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9 de abril de 2008
A geração do ecrã
Por Alice Vieira, Escritora
«Desculpem se trago hoje à baila a história da professora agredida pela aluna, numa escola do Porto, um caso de que já toda a gente falou, mas estive longe da civilização por uns dias e, diante de tudo o que agora vi e ouvi (sim, também vi o vídeo), palavra que a única coisa que acho verdadeiramente espantosa é o espanto das pessoas. Só quem não tem entrado numa escola nestes últimos anos, só quem não contacta com gente desta idade, só quem não anda nas ruas nem nos transportes públicos, só quem nunca viu os "Morangos com açúcar", só quem tem andado completamente cego (e surdo) de todo é que pode ter ficado surpreendido.
Se isto fosse o caso isolado de uma aluna que tivesse ultrapassado todos os limites e agredido uma professora pelo mais fútil dos motivos - bem estaríamos nós! Haveria um culpado, haveria um castigo, e o caso arrumava-se. Mas casos destes existem pelas escolas do país inteiro. (Só mesmo a sr.ª ministra - que não entra numa escola sem avisar…- é que tem coragem de afirmar que não existe violência nas escolas…)
Este caso só é mais importante do que outros porque apareceu em vídeo, e foi levado à televisão, e agora sim, agora sabemos finalmente que a violência existe!
O pior é que isto não tem apenas a ver com uma aluna, ou com uma professora, ou com uma escola, ou com um estrato social.
Isto tem a ver com qualquer coisa de muito mais profundo e muito mais assustador.
Isto tem a ver com a espécie de geração que estamos a criar.
Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs. E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos, se tivermos um rosto humano. E por isso as nossas crianças crescem sem emoções, crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.
Durante anos, foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.
Durante anos, foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.
E durante anos os pais e os professores foram deixando que isto acontecesse.
A aluna que agrediu esta professora (e onde estavam as auxiliares-não-sei-de-quê, que dantes se chamavam contínuas, que não deram por aquela barulheira e nem sequer se lembraram de abrir a porta da sala para ver o que se passava?) é a mesma que empurra um velho no autocarro, ou o insulta com palavrões de carroceiro (que me perdoem os carroceiros), ou espeta um gelado na cara de uma (outra) professora, e muitas outras coisas igualmente verdadeiras que se passam todos os dias.
A escola, hoje, serve para tudo menos para estudar.
A casa, hoje, serve para tudo menos para dar (as mínimas) noções de
comportamento.
E eles vão continuando a viver, desumanizados, diante de um ecrã.
E nós deixamos.»
in Jornal de Notícias
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8 de abril de 2008
Fabrico Próprio
No dia 12 de Abril vai realizar-se o lançamento do livro "Fabrico Próprio - o design da pastelaria semi-industrial portuguesa", das 17h às 20h00 na Fábrica Braço de Prata, Sala Visconti - Rua Fábrica do Material de Guerra 1, Poço do Bispo, Lisboa. No Porto realiza-se dia 3 de Maio no Centro Comercial Bombarda, na Rua Miguel Bombarda 285, das 17h às 20h00.
«Fabrico Próprio - o design da pastelaria semi-industrial portuguesa” é um livro de 292 páginas dedicado à pastelaria portuguesa e à sua relação com o design. Reflectindo a importância deste universo na nossa cultura e sociedade, consiste primordialmente num registo “enciclopédico” de todos os bolos de pastelaria quotidiana. Um total de 92 bolos estão representados neste compêndio a uma escala próxima do real, junto com a respectiva identificação, ingredientes, características especiais e dados históricos. Este documento – a primeira recolha sistemática alguma vez realizada no nosso país sobre este tipo de produtos alimentares – é acompanhado de textos introdutórios, apontamentos históricos e um glossário de termos de pastelaria. Para além dos três textos ensaísticos que acrescentarão contexto e significado a este livro, pretendemos ainda incluir várias “inserções” ao longo das suas páginas, que darão outros olhares sobre este universo. Para tal, convidámos vários profissionais criativos, maioritariamente portugueses, a debruçarem-se sobre esta realidade, a partir de temáticas particulares. Fotógrafos, ilustradores, críticos de arquitectura e gastronomia, jornalistas, designers, um chef e um curador de arte tomam a pastelaria semi-industrial portuguesa como fonte de inspiração, oferecendo perspectivas inesperadas deste surpreendente mundo.»
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